Uma imersão sensorial e cultural que conecta os dois extremos mais fascinantes do Tocantins: a vastidão rústica do Jalapão e o santuário aquático do Cantão.
Esta expedição itinerante foi projetada como uma grande travessia de contrastes. No Jalapão, a força dos veículos 4x4 nos garante o acesso seguro aos cenários mais remotos do Cerrado, revelando a essência bruta dos fervedouros e o silêncio das dunas douradas. No Vale do Araguaia, o ritmo muda: o 4x4 dá lugar as pequenas embarcações para passeios com possibilidades de ver muitos bichos, caiaques e às caminhadas botânicas, nos inserindo no pulsar do ciclo das águas da Amazônia. Tudo isso desenhado para grupos reduzidos, longe do turismo de massa, priorizando a profundidade da experiência e o acolhimento das comunidades locais.
Esta é uma grande expedição de travessia e imersão. Cruzamos o Tocantins do leste ao oeste, mudando de cenário e de ritmo para maximizar o seu tempo e proporcionar uma leitura profunda de dois dos ecossistemas mais importantes do Brasil.
Logística Itinerante e Estratégica: No Jalapão, mudamos de hospedagem quase diariamente (Ponte Alta, Mateiros, Mumbuca e São Félix) para evitar deslocamentos repetitivos e acessar os atrativos nos melhores horários. Ao chegarmos ao Cantão (Caseara), a dinâmica muda para duas bases fixas, barco hotel e em Cabanas na Floresta, permitindo que você viva o território sem pressa.
O 4x4 e a Logística Náutica: Os deslocamentos em veículos 4x4 especializados são a nossa base para vencer as estradas de terra e alcançar os pontos mais remotos do Cerrado. Ao entrarmos no Vale do Araguaia, a força do 4x4 diminui e o motor dá lugar à leveza da água: pequenas embarcações, e caiaques passam a ser nossos principais meios de locomoção, além das trilhas secas.
Dinâmica Híbrida e Ativa: Alternamos os tempos de deslocamento com momentos de pura conexão e movimento. Você viverá desde travessias a pé de 5km e banhos de flutuação nos fervedouros até caminhadas botânicas em silêncio e remadas pelas florestas alagadas ou secas da Amazônia.
Duplo Eixo de Imersão Cultural: O roteiro foi desenhado para criar dois pontos altos de conexão humana e ancestral. Primeiro, a vivência quilombola com pernoite na Comunidade Mumbuca; depois, o contato com o modo de vida das famílias ribeirinhas e a troca de saberes sobre a Fazenda do Futuro e a agricultura regenerativa no Araguaia.
Grupos Reduzidos, Maior Absorção: Operamos estritamente com grupos pequenos. Menos pessoas significam embarques e desembarques ágeis, mais silêncio para a observação de aves e mamíferos, exclusividade nos fervedouros e um atendimento técnico e biológico muito mais próximo e seguro.
Esta expedição é ideal para viajantes que buscam ecoturismo estruturado, consciente e profundo. É desenhada para quem valoriza o contato direto com a natureza selvagem, a riqueza das culturas tradicionais e experiências no território do Tocantins.
Prefere grupos reduzidos: Valoriza a atenção personalizada, a boa convivência e um ritmo equilibrado de viagem.
Busca conexão real e profunda: Gosta de se banhar em rios cristalinos, caminhar por florestas, contemplar horizontes abertos e valoriza o silêncio para observar a vida silvestre.
Entende e respeita os biomas: Compreende o Jalapão e o Cantão como territórios naturais vivos, pulsantes e complexos, e não como parques temáticos estruturados para o turismo de massa.
Aprecia a jornada por inteiro: Aceita os deslocamentos em estradas de terra no Cerrado e os tempos de navegação nos rios da Amazônia como partes fundamentais da própria experiência.
Viaja sem pressa: Busca segurança, prefere desacelerar nas Cabanas da Floresta e valoriza o tempo adequado para desfrutar verdadeiramente de cada lugar.
Busca turismo convencional: Espera encontrar resorts de luxo clássico, serviços all-inclusive tradicionais, baladas ou estruturas artificiais de lazer.
Tem baixa tolerância à natureza bruta: Não se sente confortável com sol, calor, poeira, insetos nativos da floresta, umidade ou variações climáticas típicas das regiões tropicais.
Restringe-se a ambientes estáticos: Possui limitações ou desconforto pronunciado com caminhadas leves, flutuações, uso de caiaques/embarcações e longos deslocamentos por estradas de terra.
Procura roteiros "express": Prefere itinerários de turismo rápido e superficial, com horários rígidos de "bate-volta" e pouco tempo de permanência em cada atrativo.
Nossas expedições são abertas a pessoas de todas as origens, identidades, gêneros, orientações, idades e trajetórias. Acreditamos que a diversidade humana enriquece a jornada tanto quanto a diversidade dos biomas que visitamos.
Criamos e mantemos ambientes seguros, acolhedores e estritamente baseados no respeito mútuo — entre os viajantes, a nossa equipe de condução, a natureza ao redor e as comunidades tradicionais quilombolas e ribeirinhas que nos acolhem.
Compromisso Inegociável: Não aceitamos e não toleramos qualquer forma de desrespeito, discriminação, assédio ou preconceito ao longo de nossas jornadas.
Nosso roteiro não é uma sequência aleatória de paradas turísticas. Trata-se de uma curadoria técnica rigorosa, fundamentada no conhecimento dos territórios e estritamente alinhada às diretrizes de segurança, sustentabilidade e turismo consciente do Coletivo MUDA.
Design de Travessia Integrada: Planejamos uma logística inteligente que elimina "idas e vindas" inúteis. No Jalapão, conectamos o sul ao norte de forma fluida e linear; no Cantão, estabelecemos duas bases estratégicas na floresta. Essa transição exata entre o deslocamento terrestre e o descanso à beira-rio maximiza o seu tempo de qualidade e preserva a sua energia.
Ética, Ancestralidade e Protagonismo: As imersões comunitárias, seja a noite cultural na Comunidade Quilombola Mumbuca ou a tarde com os ribeirinhos do Araguaia, são integradas de forma orgânica e responsável. Valorizamos a identidade, os saberes e o protagonismo local real, gerando impacto econômico direto e sem qualquer tipo de encenação turística.
Gestão de Fluxo e Capacidade de Carga: O cronograma de horários é desenhado estrategicamente para evitar aglomerações. Respeitamos os limites de carga dos fervedouros do Cerrado e o silêncio necessário nos canais da Amazônia, garantindo o isolamento ideal para a observação da vida silvestre e uma conexão genuína com o bioma.
Segurança Técnica Multimodal: Cada quilômetro vencido pela tração dos veículos 4x4 nas areias, cada trecho de caminhada botânica e cada hora de navegação ou remada de caiaque seguem padrões rigorosos de gestão de risco. A condução especializada garante que uma jornada de aventura seja, acima de tudo, uma experiência segura, previsível e transformadora.

Deslocamento: Palmas → Ponte Alta
Pernoite: Ponte Alta
Nível: Fácil
Atrativos: Morro da Pedra Furada e Lagoa do Japonês.
A experiência: A transição gradual para o território do Jalapão. O dia é marcado por paisagens abertas do Cerrado, contemplação de formações rochosas imponentes e tempo prolongado para banho e descanso em águas azuis e cristalinas.
Elementos: Água, Terra e Fogo.

Deslocamento: Ponte Alta → Mateiros
Pernoite: Mateiros
Nível: Fácil a Moderado
Atrativos: Cânion Sussuapara, Prainha do Rio Novo e Dunas do Jalapão.
A experiência: Um dia de contrastes: do interior sombreado e úmido de um cânion para a vastidão das dunas. As caminhadas exigem atenção, mas recompensam com as paisagens mais icônicas e simbólicas do território. Encerraremos o dia contemplando o pôr do sol nas dunas.
Elementos: Água, Terra e Fogo.

Deslocamento: Mateiros → Comunidade Mumbuca
Pernoite: Comunidade Quilombola Mumbuca (Imersão)
Nível: Moderado (Caminhada de 5km)
Atrativos: Fervedouros Buritizinho, Encontro das Águas e do Ceiça.
Vivências: Capim Dourado e Oficina de Viola de Buriti.
A experiência: Dia de conexão profunda. Iniciaremos com a flutuação em fervedouros únicos e uma caminhada ecológica interpretativa para conhecer a flora do Cerrado. À tarde, a Comunidade Mumbuca nos revela saberes ancestrais. A pernoite na comunidade em casas de adobe fortalece o vínculo com os modos de vida locais.
Elementos: Água e Fogo.

Deslocamento: Mateiros → São Félix
Pernoite: São Félix
Nível: Fácil
Atrativos: Cachoeira do Rio Formiga, Fervedouros das Macaúbas e Bela Vista.
A experiência: Foco total em relaxamento e contemplação em águas de coloração esmeralda intensa. O destaque é a experiência noturna no fervedouro: um momento especial de silêncio, sob o céu estrelado do Tocantins, proporcionando uma conexão profunda com a natureza.
Elementos: Água e Fogo.

Deslocamento: São Félix → Palmas → Caseara
Pernoite: Caseara (Acará Jungle Lodge)
Nível: Fácil
Atrativos: Fervedouro do Alecrim, Cachoeira das Araras e Morro da Catedral.
Atividade Opcional: Rafting Light no Rio Soninho.
A experiência: Nossa despedida gradual do território. Aproveitaremos as últimas águas cristalinas pela manhã e, após o almoço, faremos uma parada contemplativa no imponente Morro da Catedral. O retorno a Palmas acontece ao final da tarde. Dando inicio ao deslocamento até o Caseara.
Elementos: Água e Fogo.

Chegada ao Acará Jungle Lodge, um hotel flutuante. Após o checkin termos o jantar.

Deslocamento: Caseara (Hotel de Floresta)
Pernoite: Caseara (Cabanas na Floresta)
Nível: Fácil
Atrativos: Visita ao instituto Araguaia, Praia exclusiva do Araguaia, Piscina Flutuante e Focalização de Jacarés.
Atividade Opcional: Expedição Ilha do Bananal (Saída às 5h em barco motorizado).
A experiência: Um dia dedicado ao ritmo das águas do Araguaia. A manhã e a tarde convidam ao descanso nas redes, banhos na piscina flutuante e passeios de caiaque ou pesca esportiva na praia exclusiva do hotel. À noite, a floresta ganha vida com a emocionante focalização de jacarés no Lago de Dentro, ou com a calmaria da observação do céu estrelado.
Elementos: Água, Terra, Fogo e Ar.

Deslocamento: Caseara (Entorno e Parque Estadual do Cantão)
Pernoite: Caseara (Cabanas na Floresta)
Nível: Fácil a Moderado
Atrativos: Trilha da Oca, Lago dos Botos, Ilha do Parque do Cantão e Vivência Ribeirinha.
A experiência: Despertar com a sinfonia da floresta. Caminharemos em silêncio logo cedo para flagrar aves e mamíferos em seu habitat natural. À tarde, a aventura continua na água, explorando o Lago dos Botos de chalana e caiaque, com direito a uma imersão cultural na rotina de uma família ribeirinha. A noite celebra a culinária nativa com peixe assado no giral à beira da fogueira.
Elementos: Água, Terra, Fogo e Ar.
(Credito da imagem: Gabriel Simões)

Deslocamento: Caseara (Rio do Coco e Parque Estadual do Cantão)
Pernoite: Caseara (Cabanas na Floresta)
Nível: Moderado (Caiacada de 4km + Trilha Terrestre)
Atrativos: Trilha Aquática e Terrestre do Parque do Cantão, Rio do Coco e Roda de Conversa Fazenda do Futuro.
Atividade Opcional: Expedição Coco Araguaia (Navegação pelos furos, Lago do Paredão e pôr do sol no encontro dos rios).
A experiência: Conexão ativa com a conservação ambiental. Remaremos de caiaque até o píer do Parque do Cantão, seguido de uma caminhada interpretativa guiada por uma bióloga. À tarde, expandiremos horizontes em um bate-papo sobre sustentabilidade. O dia termina com um banquete sofisticado e música ao vivo, celebrando a cultura do Norte do Brasil.
Elementos: Água, Terra, Fogo e Ar.

Deslocamento: Caseara → Palmas
Pernoite: Não inclusa (Fim do roteiro)
Nível: Fácil
Atrativos: Floresta de Teca (ILPF) e Áreas Produtivas da Fazenda do Futuro.
Atividade Opcional: AgroTurismo de Base Comunitária.
A experiência: Um encerramento reflexivo e relaxante. A manhã de domingo começa em ritmo lento, ideal para desfrutar da estrutura do hotel e das últimas conversas. Quem desejar poderá conhecer de perto os modelos de agricultura regenerativa e a imponente floresta de Teca. Após o almoço, nos preparamos para o check-out e o retorno definitivo.
Elementos: Terra e Água.
Nota do Roteiro: A estrutura de praia exclusiva e a piscina flutuante permanecem à disposição de todos os hóspedes durante toda a estada no Vale do Araguaia. As atividades descritas como opcionais devem ser consultadas previamente para detalhes de valores e agendamento.
(Credito da imagem: Gabriel Simões)
A experiência contempla
• Condução especializada durante toda a expedição
• Transporte em veículo 4x4 adequado às condições do Jalapão
• 8 noites de hospedagem conforme descrito na aba “Hospedagens”
• 8 cafés da manhã
• 9 almoços
• 8 jantares
• Taxas de visitação e entrada nos atrativos descritos no roteiro
• Vivências culturais previstas no dia a dia
• Sistema de hidratação coletiva durante os deslocamentos
A experiência não contempla
• Passagem aérea até Palmas – TO
• Taxas ambientais
• Hospedagem e refeições em Palmas (antes ou depois da expedição)
• Bebidas alcoólicas ou refrigerantes
• Atividades opcionais (rapel, tirolesa ou similares)
• Despesas pessoais
• Qualquer item não descrito como incluso
A expedição inclui 8 noites de hospedagem, distribuídas ao longo do roteiro em diferentes localidades, respeitando o formato itinerante da experiência.
Distribuição das noites:
• 1 noite em Ponte Alta do Tocantins
• 2 noites em Mateiros
– sendo 1 noite na Comunidade Quilombola Mumbuca
• 1 noite em São Félix do Tocantins-TO
• 4 noites em Caseára do Tocantins-TO
– sendo 1 noite na na Acará Jungle Lodge
– sendo 3 noites na Eco Araguaia Jungle Lodge
As hospedagens são pousadas locais e familiares, selecionadas pelo acolhimento, organização e conforto compatível com destinos naturais preservados.
Na maior parte das localidades, as acomodações oferecem:
• Banheiro privativo
• Ar-condicionado (conforme pousada)
• Café da manhã incluído
• Estrutura adequada para descanso após os dias de atividade
Sobre a noite na Comunidade Quilombola Mumbuca
A pernoite na Comunidade Mumbuca faz parte da proposta de imersão cultural da expedição.
Nessa noite, os quartos são coletivos, com banheiro coletivo. Não há ar-condicionado, porém as construções em adobe (técnica tradicional de barro) mantêm a temperatura interna agradável, além de ventiladores disponíveis nos ambientes.
Essa hospedagem proporciona uma experiência autêntica junto à comunidade, integrando a vivência cultural ao cotidiano local.
Observações importantes
O sinal de internet pode ser limitado ou instável em algumas localidades, característica comum em regiões remotas de conservação ambiental.
A escolha das hospedagens valoriza a economia local e mantém o equilíbrio entre imersão no território e conforto adequado, dentro da realidade do Jalapão.
Hospedagem em Ponte Alta - TO
Noite 1 - Hotel Fazenda Vitória

Hospedagem em Mateiros - TO
Noite 2 - Pousada Rio Novo

Noite 3 - Pousada Mumbuca

Hospedagem em São Félix - TO
Noite 4 - Pousada e Ferv. Bela Vista

Hospedagem em Caseara - TO
Noite 5 - Acará Jungle Lodge

Hospedagem em Caseara - TO
Noite 6 a 8 - Eco Araguaia Jungle Lodge

A jornada começa no leste do Tocantins, no Jalapão, onde o Cerrado se manifesta em uma de suas versões mais puras, extensas e preservadas do planeta. Viajar por este território é aceitar o convite para um ritmo diferente. Aqui, a internet dá lugar à conexão real, as estradas de terra ditam a velocidade e o formato em grupos reduzidos reflete o respeito a um ambiente de acesso remoto e beleza rústica.
Geologicamente, o Jalapão é moldado pela força invisível do Aquífero Urucuia. É ele o responsável por alimentar as nascentes, os rios e os célebres fervedouros, um fenômeno raro de águas cristalinas, onde sob pressão o corpo humano flutua, uma dinâmica que ocorre apenas nesta região do Brasil.
Contudo a riqueza do Jalapão vai além da natureza conservada. Ela vive nos saberes ancestrais de comunidades tradicionais, como a Comunidade Quilombola Mumbuca, que moldam a identidade local através do artesanato em capim dourado, das construções em adobe e de um modo de vida perfeitamente integrado ao Cerrado. Cada deslocamento e cada paisagem convidam o viajante a compreender essas profundas relações ecológicas e sociais.
Deixando a savana árida e as dunas do leste, cruzamos o estado em direção ao oeste, onde a lógica da natureza se transforma radicalmente. É no Vale do Araguaia que o Cerrado encontra a Amazônia. Nesse abraço de biomas, surgem paisagens, ritmos e formas de vida que não se repetem em nenhum outro ponto do Brasil.
Nesta fronteira ecológica, campos abertos passam a conviver com florestas densas. É uma região tão singular que abriga influências diretas do Cerrado, da Amazônia e traz até referências do Pantanal. Essa sobreposição transformou o território em um verdadeiro mosaico biológico, onde espécies de diferentes biomas coexistem, se adaptam e prosperam. Formando uma complexidade tão fascinante que passou a ser apontada por estudiosos como o "Centro do Mundo" por suas características únicas
Na transição do Cerrado central para o ecossistema amazônico, no centro-oeste do Tocantins, revela-se o Parque Estadual do Cantão.
Com cerca de 90 mil hectares situados no encontro dos rios Araguaia e Javaés — e em continuidade com a Ilha do Bananal. O Cantão representa um dos ecótonos mais ricos e preservados do país. O parque abriga um ecossistema aquático com mais de 800 lagos naturais que se conectam sazonalmente, formando um labirinto hídrico dinâmico de altíssima biodiversidade.
A paisagem do Cantão se reconfigura ao longo do ano em duas fases hidrológicas bem definidas:
Período das Cheias: A elevação do nível dos rios alaga as florestas de várzea, criando canais e trilhas aquáticas entre a vegetação. Esse ambiente funciona como um berçário essencial para o ciclo reprodutivo de peixes e outras espécies aquáticas.
Período da Seca (Vazante): O recuo das águas expõe praias de areias brancas ao longo das margens e isola os lagos, promovendo uma grande concentração de aves, jacarés e mamíferos em busca de alimento.
Mais do que uma unidade de conservação, o Cantão é um território ecológico vivo. Conectar essa experiência a roteiros integrados no estado do Tocantins (como o Jalapão) permite vivenciar um sistema contínuo, onde os processos ecológicos operam em sua plena dinâmica natural.
As expedições são organizadas por Henrique Abreu, biólogo formado pela Universidade Federal do Tocantins, guia de turismo nacional e condutor ambiental, com atuação contínua no estado e profundo conhecimento técnico do território.
O roteiro, a logística e a dinâmica da experiência são estruturados a partir de sua vivência prática no Cerrado e nas zonas de transição amazônica, unindo a leitura científica da paisagem ao relacionamento permanente com as comunidades locais. Mesmo quando não está diretamente na liderança de um grupo, Henrique acompanha toda a operação em regime de supervisão, garantindo o alinhamento técnico, a organização e o padrão de qualidade ao longo de toda a jornada.
Em campo, as viagens são conduzidas por condutores ambientais locais e nativos de cada região. São profissionais que conhecem profundamente as estradas de terra do Jalapão, o comportamento dos rios e canais do Cantão, os acessos remotos, os tempos de deslocamento e as particularidades de cada atrativo.
Essa combinação precisa entre coordenação técnica, equipe local experiente e grupos reduzidos é o que permite:
Decisões seguras em campo: Respostas rápidas e eficientes às condições naturais de cada bioma.
Melhor aproveitamento dos dias: Ritmo fluido e otimizado para que a contemplação seja a prioridade.
Consistência do início ao fim: Uma experiência integrada, rica em conteúdo e sem quebras de padrão entre os destinos.
A nossa proposta é entregar uma expedição bem conduzida, responsável e perfeitamente coerente com a geografia do Tocantins — uma jornada desenhada por profissionais que conhecem o Jalapão e o Cantão como espaços de vida, trabalho e preservação.
Recomendamos levar apenas o necessário, priorizando conforto, praticidade e respeito ao meio ambiente.
Roupas e calçados
• Roupas leves e confortáveis para o dia a dia
• Roupas de banho
• Uma blusa de mangas longas ou casaco leve (especialmente em junho e julho)
• Calçados fechados e confortáveis (tênis ou bota leve)
• Sandálias ou chinelos para uso nas pousadas
Acessórios e itens pessoais
• Chapéu ou boné
• Óculos de sol
• Toalha de secagem rápida
• Mochila pequena para uso diário
• Travesseiro de pescoço (opcional)
Proteção e bem-estar
• Protetor solar (preferencialmente biodegradável)
• Repelente (preferencialmente de base natural)
• Medicamentos de uso pessoal
• Itens de higiene pessoal
Outros itens úteis
• Lanterna (de cabeça, mão ou do celular)
• Squeeze ou copo reutilizável
• Dinheiro em espécie para despesas extras
Itens opcionais para atividades aquáticas
• Sapatilha aquática
• Máscara de mergulho
• Câmera fotográfica subaquática
🌿 Observação importante
A proposta é viajar leve, reduzindo o peso da bagagem e minimizando impactos ambientais, em sintonia com o turismo responsável praticado no teritório.
Logística e Deslocamentos
Tanto o Jalapão quanto o Cantão possuem áreas remotas com estradas de terra, trechos de areia e travessias específicas do ecótono. Toda a expedição é realizada e conduzidos por guias e condutores locais experientes. O planejamento logístico equilibra o tempo de deslocamento entre as atrações do Cerrado e da Amazônia com paradas estratégicas, garantindo uma jornada fluida e segura.
Gestão de Conforto Térmico As atividades nos atrativos do Jalapão e nas incursões aquáticas e terrestres do Cantão são coordenadas para otimizar o tempo de exposição solar, focando no bem-estar dos viajantes nas transições entre os veículos, as embarcações e os pontos de banho.
Seguro Viagem (SGS)
Para sua total tranquilidade, a expedição inclui seguro de acidentes pessoais, com as seguintes coberturas:
Morte acidental: R$ 100.000
Invalidez permanente por acidente: R$ 100.000
Despesas médicas: R$ 10.000
Assistência funeral: R$ 3.000
Observação: O seguro cobre exclusivamente acidentes pessoais durante a operação. Recomendamos que o viajante possua plano de saúde nacional ou seguro viagem complementar.
Pacote Padrão (por vaga/pacote): R$ 9.275,00 / pax
O valor é por pessoa e garante a sua vaga na expedição.
2 Pacotes: Você e seu acompanhante ficam em uma suíte dupla privativa. Valor referente a 2 pessoas.
3 Pacotes: Você e seus acompanhantes ficam em uma suíte tripla privativa. Valor referente a 3 pessoas.
⚠️ Nota: Na Comunidade Quilombola Mumbuca, por se tratar de uma vivência cultural autêntica em território remoto, a acomodação é coletiva para todos os participantes do grupo.
A compra é realizada diretamente pelo site, garantindo a vaga na data escolhida.
A expedição é confirmada e garantida, independentemente do número final de participantes, respeitando o formato de grupo reduzido.
Disponibilizamos total flexibilidade para você garantir a sua expedição diretamente no nosso checkout:
Pix Imediato: Pagamento rápido via QR Code ou código copia e cola gerado após a confirmação.
Cartão de Crédito (Nacional ou Internacional): Parcele sua viagem com total segurança.
Pagamento Multinível:
2 Cartões: Divida o valor total do pedido em dois cartões de crédito diferentes.
Boleto e Cartão: Pague uma parte no boleto bancário e o restante no cartão de crédito.
Boleto Bancário: Opção de pagamento à vista via boleto.
Cartão de Débito: Pagamento à vista utilizando o saldo da sua conta.
O valor da expedição reflete a operação completa em território remoto, com grupo reduzido, logística especializada, condução qualificada, hospedagens distribuídas ao longo do roteiro e vivências culturais integradas.
A proposta prioriza organização, segurança e coerência com o território, evitando o turismo de massa e garantindo acompanhamento responsável do início ao fim.
Sabia que é possível contemplar a exuberante beleza natural do Brasil e ainda realizar uma imersão cultural em diversas comunidades tradicionais?
Nosso convite é para que você conheça o Cerrado, mas não somente o convencional, que muitas vezes é destacado nas mídias! O que propomos é uma expedição para um dos melhores destinos de Ecoturismo do Brasil, com este grande diferencial: Queremos proporcionar a você, ecoturista, uma imersão mais profunda na Cultura e História dos Povos Tradicionais da região.
Esta experiência certamente transformará a sua forma de ver e viver a vida, trazendo consigo um impacto positivo não apenas para a natureza, mas também para a cultura e a comunidade local.
Ao adquirir esta experiência de ecoturismo conosco, você demonstra um compromisso genuíno com os povos locais, pois:
Somos uma empresa local
Nossos guias são nativos da região
Nosso grande diferencial são as vivências em comunidades locais
Suas refeições serão em famílias nativas



